Aline Peixoto, de 'Tempos Modernos', fala sobre seu trabalho na novela
Domingo, 04/04/2010 - 14:35h
Zé Paulo Cardel/TV GloboAline Peixoto
Estreante em novelas, Aline Peixoto tem roubado a cena em "Tempos Modernos" como Jannis Piñon, personagem que tem lhe rendido elogios da crítica especializada. A jovem atriz, felicíssima com o resultado, celebra ao lado da família o sucesso de seu trabalho na trama de Bosco Brasil: "Nossa, é um retorno muito legal, porque me dedico muito, dou o meu melhor. É um reconhecimento do meu trabalho. Ouço todas as críticas, também as negativas, e procuro melhorar sempre", comemora a atriz.
Aline vem de uma família de artistas, que inclui a mãe, a atriz Denise Peixoto, o irmão, Davi Lucas, cujo último trabalho foi "Caras e Bocas", e Davi Rangel, comunicador da Rádio Manchete AM. Além de atuar, ela canta, e já teve até a oportunidade de mostrar o talento no folhetim, em uma bela parceria com Alessandra Maestrini na música "Trust Me", da roqueira que inspirou o nome de sua personagem.
Em entrevista exclusiva ao TE CONTEI, Aline revela que a repercussão de seu papel no folhetim pode lhe render ainda mais frutos profissionais. Ao lado do namorado de três anos, Renato Mascarenhas, baterista da banda Bob 49, da qual ela é vocalista, faz planos para o grupo: "O nome surgiu porque encontramos um gato chamado Bob no ponto do ônibus 49, em Niterói. Em breve, gravaremos o nosso primeiro demo e depois faremos shows para divulgar a banda".
Leia a seguir a entrevista na íntegra.
TE CONTEI: Como você se preparou para viver a Jannis Piñon?
ALINE PEIXOTO: Assim como eu, a Jannis é uma roqueira, e o máximo que fiz foi observar muito como a galera que frequenta a Galeria do Rock, em São Paulo, se comporta para adaptar ao personagem.
TC: Como se sente ao ler as críticas positivas em relação ao seu trabalho?
AP: Nossa, é um retorno muito legal, porque me dedico muito, dou o meu melhor. É um reconhecimento do meu trabalho. Ouço todas as críticas, também as negativas, e procuro melhorar sempre. A mais recente crítica boa que recebi, da jornalista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, foi parar na porta da geladeira (risos). O meu pai tem o costume de acordar todos os dias às 5h para trabalhar e sempre lê os periódicos. Quando ele viu a nota, acordou a casa inteira e colocou a matéria na porta da geladeira (risos).
TC: Você tem protagonizado cenas intensas, bastante comentadas, com a atriz Alessandra Maestrini, que vive sua mãe na ficção das 19h. Como está sendo esta dobradinha?
AP: Sempre assisto às cenas e, como sou muito crítica, vejo que posso melhorar cada vez mais. A dobradinha com a Alessandra tem sido realmente intensa, gravamos cenas que tem mexido muito comigo. A emoção que colocamos nelas me deixam cansada depois.
TC: O nome de sua personagem é uma homenagem à lendária roqueira Janis Joplin. Você conhece o trabalho dela? Curte as músicas?
AP: Conheço o trabalho da Janis Joplin e ouço muito as músicas dela. Quando soube as características da personagem, fiquei muito feliz porque tem um pouco de mim e das coisas que curto. Como a Janis Joplin, sou vocalista da banda Bob 49.
TC: Como surgiu a banda Bob 49?
AP: A banda existe há quatro anos. O nome surgiu porque encontramos um gato chamado Bob no ponto do ônibus 49, em Niterói. A banda é formada por Priscila Porfiro (baixo), Renato Mascarenhas (bateria), Jean (guitarra) e eu, nos vocais. Nosso estilo é o rock, temos composições próprias e cantamos cover de outras bandas. Uma canção de minha autoria de que gosto muito é "Dentro da Alma", que fala sobre a paixão por tocar.
TC: Vocês pretendem fazer um CD?
AP: Em breve, gravaremos o nosso primeiro demo e depois faremos shows para divulgar a banda.
TC: Em "Tempos Modernos", Ditta (Alessandra Maestrini), a mãe da sua personagem, abandona a família para seguir carreira no exterior e depois volta para reconquistar o amor de todos. Se isso acontecesse com você na vida real, como reagiria?
AP: Não tenho a menor ideia. Só saberia da minha reação se eu estivesse vivendo o drama. Tudo dependeria muito do discurso dela, da proposta dela.
TC: O seu pai na ficção, Ramón (Leonardo Medeiros), questiona o seu namoro com Júlio (João Baldasserini). Se isso acontecesse na vida real, você namoraria escondido?
AP: Quando questionam ou quando nos falam alguma coisa séria, os pais querem sempre o nosso bem, e nunca o mal. Se isso acontecesse comigo, tenho certeza de que iríamos sentar para conversar. Na minha família, sempre resolvemos tudo na base da conversa.
TC: Você tem grandes atores como companheiros de elenco, como Antônio Fagundes, Eliane Giardini e Guilherme Weber. Os atores mais experientes lhe ajudam? Como é o clima no estúdio?
AP: Todos estão sendo muito legais comigo. Fui muito bem recebida. Acredito que, por ser a primeira novela em que atuo, todos me dão muitas dicas, até mesmo sobre a minha personalidade. Ouço tudo o que eles falam porque sei que todos esses toques serão muito importantes para a minha carreira e para a minha vida.
TC: Você é irmã do ator Davi Lucas, que recentemente trabalhou em "Caras e Bocas". Foi através dele que você resolver ingressar na carreira de atriz? Como você começou?
AP: Na verdade foi ao contrário, o Davi me viu atuando na peça "Milagres de Fátima", no Teatro América, e resolveu seguir a carreira de ator. Este foi o único espetáculo em que atuei, na época eu tinha 10 anos de idade. Depois estudei música e com 16 anos fiz um curso de vídeo, oficina de atores da Globo e participei de um teste para a novela. A carreira artística sempre esteve presente na minha família: sou filha da atriz Denise Peixoto e do Davi Rangel, comunicador da Rádio Manchete AM.
TC: A tatuagem que você usa não é definitiva, é para a personagem. Tem coragem de fazer uma tatuagem de verdade? O que tatuaria?
AP: Gostaria muito de fazer uma tatuagem. Quando eu fizer, acho que escolheria o desenho de uma nota musical.
TC: Você está namorando?
AP: Namoro há três anos com o Renato Mascarenhas, que é o baterista da banda.
TC: Você é vaidosa? Como mantém a forma?
AP: Não sou vaidosa. Cuido do meu corpo sem sacrifícios. A melhor forma para estar em forma é praticar esportes. Gosto de jogar handball e basquete, e também gosto de natação. Acho um saco malhar em academia.
Aline vem de uma família de artistas, que inclui a mãe, a atriz Denise Peixoto, o irmão, Davi Lucas, cujo último trabalho foi "Caras e Bocas", e Davi Rangel, comunicador da Rádio Manchete AM. Além de atuar, ela canta, e já teve até a oportunidade de mostrar o talento no folhetim, em uma bela parceria com Alessandra Maestrini na música "Trust Me", da roqueira que inspirou o nome de sua personagem.
Em entrevista exclusiva ao TE CONTEI, Aline revela que a repercussão de seu papel no folhetim pode lhe render ainda mais frutos profissionais. Ao lado do namorado de três anos, Renato Mascarenhas, baterista da banda Bob 49, da qual ela é vocalista, faz planos para o grupo: "O nome surgiu porque encontramos um gato chamado Bob no ponto do ônibus 49, em Niterói. Em breve, gravaremos o nosso primeiro demo e depois faremos shows para divulgar a banda".
Leia a seguir a entrevista na íntegra.
TE CONTEI: Como você se preparou para viver a Jannis Piñon?
ALINE PEIXOTO: Assim como eu, a Jannis é uma roqueira, e o máximo que fiz foi observar muito como a galera que frequenta a Galeria do Rock, em São Paulo, se comporta para adaptar ao personagem.
TC: Como se sente ao ler as críticas positivas em relação ao seu trabalho?
AP: Nossa, é um retorno muito legal, porque me dedico muito, dou o meu melhor. É um reconhecimento do meu trabalho. Ouço todas as críticas, também as negativas, e procuro melhorar sempre. A mais recente crítica boa que recebi, da jornalista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, foi parar na porta da geladeira (risos). O meu pai tem o costume de acordar todos os dias às 5h para trabalhar e sempre lê os periódicos. Quando ele viu a nota, acordou a casa inteira e colocou a matéria na porta da geladeira (risos).
TC: Você tem protagonizado cenas intensas, bastante comentadas, com a atriz Alessandra Maestrini, que vive sua mãe na ficção das 19h. Como está sendo esta dobradinha?
AP: Sempre assisto às cenas e, como sou muito crítica, vejo que posso melhorar cada vez mais. A dobradinha com a Alessandra tem sido realmente intensa, gravamos cenas que tem mexido muito comigo. A emoção que colocamos nelas me deixam cansada depois.
TC: O nome de sua personagem é uma homenagem à lendária roqueira Janis Joplin. Você conhece o trabalho dela? Curte as músicas?
AP: Conheço o trabalho da Janis Joplin e ouço muito as músicas dela. Quando soube as características da personagem, fiquei muito feliz porque tem um pouco de mim e das coisas que curto. Como a Janis Joplin, sou vocalista da banda Bob 49.
TC: Como surgiu a banda Bob 49?
AP: A banda existe há quatro anos. O nome surgiu porque encontramos um gato chamado Bob no ponto do ônibus 49, em Niterói. A banda é formada por Priscila Porfiro (baixo), Renato Mascarenhas (bateria), Jean (guitarra) e eu, nos vocais. Nosso estilo é o rock, temos composições próprias e cantamos cover de outras bandas. Uma canção de minha autoria de que gosto muito é "Dentro da Alma", que fala sobre a paixão por tocar.
TC: Vocês pretendem fazer um CD?
AP: Em breve, gravaremos o nosso primeiro demo e depois faremos shows para divulgar a banda.
TC: Em "Tempos Modernos", Ditta (Alessandra Maestrini), a mãe da sua personagem, abandona a família para seguir carreira no exterior e depois volta para reconquistar o amor de todos. Se isso acontecesse com você na vida real, como reagiria?
AP: Não tenho a menor ideia. Só saberia da minha reação se eu estivesse vivendo o drama. Tudo dependeria muito do discurso dela, da proposta dela.
TC: O seu pai na ficção, Ramón (Leonardo Medeiros), questiona o seu namoro com Júlio (João Baldasserini). Se isso acontecesse na vida real, você namoraria escondido?
AP: Quando questionam ou quando nos falam alguma coisa séria, os pais querem sempre o nosso bem, e nunca o mal. Se isso acontecesse comigo, tenho certeza de que iríamos sentar para conversar. Na minha família, sempre resolvemos tudo na base da conversa.
TC: Você tem grandes atores como companheiros de elenco, como Antônio Fagundes, Eliane Giardini e Guilherme Weber. Os atores mais experientes lhe ajudam? Como é o clima no estúdio?
AP: Todos estão sendo muito legais comigo. Fui muito bem recebida. Acredito que, por ser a primeira novela em que atuo, todos me dão muitas dicas, até mesmo sobre a minha personalidade. Ouço tudo o que eles falam porque sei que todos esses toques serão muito importantes para a minha carreira e para a minha vida.
TC: Você é irmã do ator Davi Lucas, que recentemente trabalhou em "Caras e Bocas". Foi através dele que você resolver ingressar na carreira de atriz? Como você começou?
AP: Na verdade foi ao contrário, o Davi me viu atuando na peça "Milagres de Fátima", no Teatro América, e resolveu seguir a carreira de ator. Este foi o único espetáculo em que atuei, na época eu tinha 10 anos de idade. Depois estudei música e com 16 anos fiz um curso de vídeo, oficina de atores da Globo e participei de um teste para a novela. A carreira artística sempre esteve presente na minha família: sou filha da atriz Denise Peixoto e do Davi Rangel, comunicador da Rádio Manchete AM.
TC: A tatuagem que você usa não é definitiva, é para a personagem. Tem coragem de fazer uma tatuagem de verdade? O que tatuaria?
AP: Gostaria muito de fazer uma tatuagem. Quando eu fizer, acho que escolheria o desenho de uma nota musical.
TC: Você está namorando?
AP: Namoro há três anos com o Renato Mascarenhas, que é o baterista da banda.
TC: Você é vaidosa? Como mantém a forma?
AP: Não sou vaidosa. Cuido do meu corpo sem sacrifícios. A melhor forma para estar em forma é praticar esportes. Gosto de jogar handball e basquete, e também gosto de natação. Acho um saco malhar em academia.
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