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Terça, 16 de Março de 2010
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Carol Sampaio e Liège Monteiro contam ao TC como cuidam dos camarotes mais disputados do Rio

Domingo, 07/02/2010 - 16:03h
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Divulgação / Márcio Nunes/Photo Rio News
Carol Sampaio e Liège Monteiro

As promoters do Carnaval carioca estão entre as pessoas mais procuradas nesta época do ano. Todos as buscam tentando conseguir que elas cedam um convite para os camarotes mais disputados da avenida. O TE CONTEI conversou com Carol Sampaio, do camarote da Brahma, e Liège Monteiro, da Grande Rio, para saber como elas conseguem organizar a lista de convidados e ainda se divertir no processo.

Liège conta que escolheu ser promoter do camarote da sua escola de samba por amor. “Eu tenho amor pela Grande Rio, sou Grande Rio total. É meio o trabalho de uma alquimista. Eu me divirto trabalhando.”


Carol comentou as vantagens de sua profissão: “o melhor da história de ser promoter é conhecer muitas pessoas bacanas e interessantes e poder fazer parte da vida social da cidade, seja em grandes eventos ou em um simples jantar”.


Ela faz questão de ressaltar que seu trabalho não é só participar de festas. “ É preciso manter o pé no chão, trabalhar duro e não se deslumbrar com esse mundo. Muita gente pensa que ser promoter é sair, viver em festas e se divertir, mas o trabalho exige muita responsabilidade, comprometimento e horas e horas de trabalho, tanto de dia quanto de noite! É preciso ser apaixonado pelo trabalho para ser um promoter”, diz.


Mas há momentos complicado. Liège diz que o mais difícil é não poder convidar todas as pessoas que gostaria, pois precisa manter um equilíbrio no camarote. “Deus tem que colocar a mão na nossa cabeça. É difícil porque não dá pra colocar todo mundo”.


Carol concorda com Liège que esta é a pior parte do trabalho. “Acho que a situação mais difícil, em todos os eventos, é administrar todas as solicitações e deixar claro que eu não sou dona do evento e, por isso mesmo, vou ter que dizer 'não' para alguns pedidos.”


Liège lembra de uma história curiosa sobre casos assim: “Teve um ano que uma pessoa virou para mim e falou 'Olha sou muito amigo da Liège, me deixa entrar', eu ainda perguntei se ele achava que a Liège o reconheceria e a pessoa respondeu 'claro, somos quase primos'. Não entrou”, diverte-se.


Por Patrícia Serrão, especial para o Te Contei  |  
 
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