Adriane Galisteu: 'Ter filhos é uma coisa que queremos muito'
Domingo, 13/12/2009 - 09:36h
Os namoros de Adriane Galisteu sempre foram alvos de comentários pela curta duração. Hoje, em uma relação de um ano e meio com o empresário de moda Alexandre Iódice, a apresentadora do programa "Toda Sexta", da Band, se revela mais segura no amor, a ponto de pensar com mais firmeza em dar um neto a dona Emma, sua mãe: "Ter filhos é algo que ele quer muito e eu também. Estive agora no Rio durante dois dias, por questões de trabalho, ele não pôde me acompanhar. Viagens como esta acontecem com frequência. Para ter filhos é preciso namorar, e nós precisamos acertar as nossas agendas. Tenho horror a programar, estamos deixando as coisas acontecerem".
Como reafirma nesta entrevista exclusiva ao TE CONTEI, Adriane costuma dizer que tudo o que conseguiu foi resultado de muita luta. Com 15 anos de carreira, ela recentemente saiu vitoriosa de mais uma batalha, que tornou real um sonho antigo: entrevistar o cantor Roberto Carlos, artista exclusivo da Rede Globo: "Não foi um trabalho para confrontar a Globo, pelo contrário. Eu já estava na fila há 10 anos para entrevistar o Roberto e tive a autorização da emissora para isso. Fui atrás e consegui", orgulha-se ela, que complementa: "O Roberto Carlos é um homem maravilhoso, não é à toa que ele é rei".
E a loura não para nunca. Tocando a campanha "A Cara da Vida", pretende arrecadar fundos para ajudar o Instituto de Infectologia Emilio Ribas, que cuida de pessoas portadoras de Aids e chama a atenção da população para a prevenção contra o vírus HIV. Além de ter o apoio de diversas empresas, ela conta com a parceria do amado: "Resolvi criar este projeto para alertar as pessoas sobre a gravidade desta doença, para que elas voltem a ter medo de contrair a Aids, que vem crescendo e continua matando milhões de pessoas no mundo todo. O Alexandre abraçou esse projeto comigo e a Iódice doou todas as camisetas".
Leia a seguir a entrevista na íntegra.
TE CONTEI: Como surgiu a ideia da campanha "A Cara da Vida"? Qual é o objetivo dela?
ADRIANE GALISTEU: Tive um irmão portador do vírus HIV que morreu em 1996, vítima da doença. Naquela época, a Aids assombrava a população. E hoje eu fiquei surpresa em saber que as pessoas simplesmente não estão se preocupando com ela. O número de infectados cresceu entre jovens e idosos, que não estão se prevenindo durante as relações sexuais. As pessoas perderam o medo pelo fato de existir um coquetel que dá uma sobrevida aos soropositivos, mas esses medicamentos ainda estão muito longe de chegar próximo da cura, e nem todos podem fazem uso destas substâncias. Esse é um assunto muito dolorido para mim e para minha mãe. Com a permissão dela e com muito respeito à memória do meu irmão, resolvi criar este projeto para alertar as pessoas sobre a gravidade desta doença, para que elas voltem a ter medo de pegar Aids, que vem crescendo e continua matando milhões de pessoas no mundo todo. Não podemos falar dela somente no carnaval e no dia 1º de dezembro, Dia Mundial da Aids. Todos devem se conscientizar sempre.
TC: Você acredita que somente um dia será suficiente para conscientizar a população?
AG: Estou começando devagar, a campanha atualmente é regional. No último dia 5 de dezembro, percorremos as ruas de São Paulo, vendendo a camiseta da campanha por R$ 49,90. O troco foi um sorvete da Nestlé, um dos nossos patrocinadores. O Alexandre abraçou esse projeto comigo e a Iódice doou todas as camisetas. Toda a renda da campanha será direcionada ao Instituto de Infectologia Emilio Ribas, que cuida de portadores do vírus HIV. Quem sabe no próximo ano a campanha se torne nacional? E pretendo ir à Brasília pedir ao presidente Lula que coloque a camisinha na cesta básica do brasileiro.
TC: Você já apresentou mais de cinco talk shows. O que mais lhe dá prazer em apresentar o "Toda Sexta", na Band?
AG: Sem dúvida a liberdade que tenho para trabalhar na empresa. Adoro a minha diretora (Walkiria Hamu) e toda a minha equipe. Fui muito bem recebida na emissora. Sempre quis ir para a Band e batalhei muito para isso. Nunca tive nada fácil na vida, lutar pelos meus objetivos é algo constante. Estou sempre superando desafios. Eu vou que vou mesmo!
TC: Qual é o maior desafio em apresentar o programa?
AG: São dois: o Globo Repórter e a Record. Já cheguei ao trigésimo programa e a cada dia conquistamos um ponto a mais na audiência. Tenho certeza de que vamos fazer a diferença na emissora.
TC: Recentemente você entrevistou o cantor Roberto Carlos, que é um artista exclusivo da Rede Globo? Como foi?
AG: Não foi um trabalho para confrontar a Globo, pelo contrário, eu já estava na fila há 10 anos para entrevistar o Roberto e tive a autorização da emissora para isso. Fui atrás e consegui. O Roberto Carlos é um homem maravilhoso, não é a toa que ele é Rei. Fizemos 15 minutos de entrevista, mas a Globo só nos autorizou passar de cinco a seis minutos.
TC: Sempre dizem que você funcionaria como sucessora de Hebe Camargo. Essa comparação a incomoda?
AG: Fico feliz, mas quero deixar bem claro que eu não imito a Hebe. Tenho 15 anos na mochila e tenho o meu próprio espaço na mídia. Ninguém ocupa o lugar de ninguém. Comandar um programa não é fácil, ela faz isso há anos e tem um público fiel. Tenho uma admiração enorme por ela, como profissional e mulher. A Hebe é um espelho de alegria.
TC: Quais são as surpresas que o programa reserva para 2010?
AG: Durante todo o mês de janeiro, vamos reprisar os melhores momentos, que não foram poucos. Como o programa é transmitido às sextas-feiras e tarde da noite, tem muito convidado que eu gostaria de entrevistar, mas todo mundo está sempre gravando e viajando, fica complicado. Estamos trabalhando para ganhar mais um dia na semana para termos um programa ao vivo e outro, gravado. Continuo na fila para entrevistar o presidente Lula há oito anos. Quem sabe eu consiga no próximo ano?
TCI: Você sempre declarou que quer formar uma família, casar e ter filhos. Você e o Alexandre Iódice já se sentem preparados para isso?
AG: Nos conhecemos há 12 anos e estamos juntos há um ano e meio. Ter filhos é algo que ele quer muito e eu também. Estive agora no Rio durante dois dias, por questões de trabalho, ele não pôde me acompanhar. Viagens como esta acontecem com frequência. Para ter filhos é preciso namorar, e nós precisamos acertar as nossas agendas. Tenho horror a programar, estamos deixando as coisas acontecerem.
TC: Você é uma mulher elegante. Como você define o seu estilo?
AG: Para o dia a dia, não tenho um estilo certo. Me visto de acordo com o meu estado de espírito e estou sempre mudando de ideia. Mas para trabalhar tenho uma preocupação muito grande, porque sou uma profissional do mundo da moda e passo isso para o meu público. O Thidy Alvis é um super personal stylist que cuida do meu guarda-roupa há 10 anos. Estamos sempre atentos às novas tendências, estudamos muito sobre moda e, quando é preciso, vamos ao exterior para buscar o que há de melhor.
TC: O Alexandre, que é um empresário da moda, lhe dá dicas de como se vestir?
AG: Na verdade, quem dá mais pitaco sou eu, mas, claro, sempre ouço as dicas dele, afinal ele é um profissional incrível. Na Iódice, ele desenha peças masculinas.
TC: Você é rainha de bateria da Unidos da Tijuca. Como tem se preparado para desfilar no carnaval?
AG: Não tenho tempo de me preparar e nunca tive uma preparação específica. Desfilo no carnaval por puro prazer. No dia a dia, se já como muito pouco, com dieta não comerei nada (risos). Administro o meu peso e malho.
Como reafirma nesta entrevista exclusiva ao TE CONTEI, Adriane costuma dizer que tudo o que conseguiu foi resultado de muita luta. Com 15 anos de carreira, ela recentemente saiu vitoriosa de mais uma batalha, que tornou real um sonho antigo: entrevistar o cantor Roberto Carlos, artista exclusivo da Rede Globo: "Não foi um trabalho para confrontar a Globo, pelo contrário. Eu já estava na fila há 10 anos para entrevistar o Roberto e tive a autorização da emissora para isso. Fui atrás e consegui", orgulha-se ela, que complementa: "O Roberto Carlos é um homem maravilhoso, não é à toa que ele é rei".
E a loura não para nunca. Tocando a campanha "A Cara da Vida", pretende arrecadar fundos para ajudar o Instituto de Infectologia Emilio Ribas, que cuida de pessoas portadoras de Aids e chama a atenção da população para a prevenção contra o vírus HIV. Além de ter o apoio de diversas empresas, ela conta com a parceria do amado: "Resolvi criar este projeto para alertar as pessoas sobre a gravidade desta doença, para que elas voltem a ter medo de contrair a Aids, que vem crescendo e continua matando milhões de pessoas no mundo todo. O Alexandre abraçou esse projeto comigo e a Iódice doou todas as camisetas".
Leia a seguir a entrevista na íntegra.
TE CONTEI: Como surgiu a ideia da campanha "A Cara da Vida"? Qual é o objetivo dela?
ADRIANE GALISTEU: Tive um irmão portador do vírus HIV que morreu em 1996, vítima da doença. Naquela época, a Aids assombrava a população. E hoje eu fiquei surpresa em saber que as pessoas simplesmente não estão se preocupando com ela. O número de infectados cresceu entre jovens e idosos, que não estão se prevenindo durante as relações sexuais. As pessoas perderam o medo pelo fato de existir um coquetel que dá uma sobrevida aos soropositivos, mas esses medicamentos ainda estão muito longe de chegar próximo da cura, e nem todos podem fazem uso destas substâncias. Esse é um assunto muito dolorido para mim e para minha mãe. Com a permissão dela e com muito respeito à memória do meu irmão, resolvi criar este projeto para alertar as pessoas sobre a gravidade desta doença, para que elas voltem a ter medo de pegar Aids, que vem crescendo e continua matando milhões de pessoas no mundo todo. Não podemos falar dela somente no carnaval e no dia 1º de dezembro, Dia Mundial da Aids. Todos devem se conscientizar sempre.
TC: Você acredita que somente um dia será suficiente para conscientizar a população?
AG: Estou começando devagar, a campanha atualmente é regional. No último dia 5 de dezembro, percorremos as ruas de São Paulo, vendendo a camiseta da campanha por R$ 49,90. O troco foi um sorvete da Nestlé, um dos nossos patrocinadores. O Alexandre abraçou esse projeto comigo e a Iódice doou todas as camisetas. Toda a renda da campanha será direcionada ao Instituto de Infectologia Emilio Ribas, que cuida de portadores do vírus HIV. Quem sabe no próximo ano a campanha se torne nacional? E pretendo ir à Brasília pedir ao presidente Lula que coloque a camisinha na cesta básica do brasileiro.
TC: Você já apresentou mais de cinco talk shows. O que mais lhe dá prazer em apresentar o "Toda Sexta", na Band?
AG: Sem dúvida a liberdade que tenho para trabalhar na empresa. Adoro a minha diretora (Walkiria Hamu) e toda a minha equipe. Fui muito bem recebida na emissora. Sempre quis ir para a Band e batalhei muito para isso. Nunca tive nada fácil na vida, lutar pelos meus objetivos é algo constante. Estou sempre superando desafios. Eu vou que vou mesmo!
TC: Qual é o maior desafio em apresentar o programa?
AG: São dois: o Globo Repórter e a Record. Já cheguei ao trigésimo programa e a cada dia conquistamos um ponto a mais na audiência. Tenho certeza de que vamos fazer a diferença na emissora.
TC: Recentemente você entrevistou o cantor Roberto Carlos, que é um artista exclusivo da Rede Globo? Como foi?
AG: Não foi um trabalho para confrontar a Globo, pelo contrário, eu já estava na fila há 10 anos para entrevistar o Roberto e tive a autorização da emissora para isso. Fui atrás e consegui. O Roberto Carlos é um homem maravilhoso, não é a toa que ele é Rei. Fizemos 15 minutos de entrevista, mas a Globo só nos autorizou passar de cinco a seis minutos.
TC: Sempre dizem que você funcionaria como sucessora de Hebe Camargo. Essa comparação a incomoda?
AG: Fico feliz, mas quero deixar bem claro que eu não imito a Hebe. Tenho 15 anos na mochila e tenho o meu próprio espaço na mídia. Ninguém ocupa o lugar de ninguém. Comandar um programa não é fácil, ela faz isso há anos e tem um público fiel. Tenho uma admiração enorme por ela, como profissional e mulher. A Hebe é um espelho de alegria.
TC: Quais são as surpresas que o programa reserva para 2010?
AG: Durante todo o mês de janeiro, vamos reprisar os melhores momentos, que não foram poucos. Como o programa é transmitido às sextas-feiras e tarde da noite, tem muito convidado que eu gostaria de entrevistar, mas todo mundo está sempre gravando e viajando, fica complicado. Estamos trabalhando para ganhar mais um dia na semana para termos um programa ao vivo e outro, gravado. Continuo na fila para entrevistar o presidente Lula há oito anos. Quem sabe eu consiga no próximo ano?
TCI: Você sempre declarou que quer formar uma família, casar e ter filhos. Você e o Alexandre Iódice já se sentem preparados para isso?
AG: Nos conhecemos há 12 anos e estamos juntos há um ano e meio. Ter filhos é algo que ele quer muito e eu também. Estive agora no Rio durante dois dias, por questões de trabalho, ele não pôde me acompanhar. Viagens como esta acontecem com frequência. Para ter filhos é preciso namorar, e nós precisamos acertar as nossas agendas. Tenho horror a programar, estamos deixando as coisas acontecerem.
TC: Você é uma mulher elegante. Como você define o seu estilo?
AG: Para o dia a dia, não tenho um estilo certo. Me visto de acordo com o meu estado de espírito e estou sempre mudando de ideia. Mas para trabalhar tenho uma preocupação muito grande, porque sou uma profissional do mundo da moda e passo isso para o meu público. O Thidy Alvis é um super personal stylist que cuida do meu guarda-roupa há 10 anos. Estamos sempre atentos às novas tendências, estudamos muito sobre moda e, quando é preciso, vamos ao exterior para buscar o que há de melhor.
TC: O Alexandre, que é um empresário da moda, lhe dá dicas de como se vestir?
AG: Na verdade, quem dá mais pitaco sou eu, mas, claro, sempre ouço as dicas dele, afinal ele é um profissional incrível. Na Iódice, ele desenha peças masculinas.
TC: Você é rainha de bateria da Unidos da Tijuca. Como tem se preparado para desfilar no carnaval?
AG: Não tenho tempo de me preparar e nunca tive uma preparação específica. Desfilo no carnaval por puro prazer. No dia a dia, se já como muito pouco, com dieta não comerei nada (risos). Administro o meu peso e malho.
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