Famosos conferem pré-estreia do documentário 'Uma Noite em 67', no Rio
Quarta, 28/07/2010 - 07:02h
Kadu Ferreira/Photo Rio NewsÚrsula Corona, Bena Lobo e seu pai, Edu Lobo
Com ares de saudosismo e dever cumprido, os diretores Renato Terra e Ricardo Calil apresentaram à imprensa e a convidados o filme “Uma Noite em 67”, na última terça-feira, 27, em um cinema da Zona Sul do Rio de Janeiro. O documentário revive a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, que se tornou um marco na história da MPB. Estiveram presentes ao evento apenas dois dos personagens envolvidos naquele contexto de grande efervescência da cultura nacional e repressão: Edu Lobo e Sérgio Ricardo.
ASSISTA AO VÍDEO DO EVENTO
Segundo Renato, a intenção do filme é mostrar ao grande público um retrato daquele que foi considerado o ano de maior mudança no cenário cultural, político e comportamental do Brasil. “Em 1967, aconteceu a grande virada da música. Foi quando surgiu a guitarra elétrica, por exemplo, além deter dado voz aqueles que são até hoje os maiores artistas da MPB”, diz ele, referindo-se também aos outros finalistas ausentes: Chico Buarque, Caetano Velloso, Roberto Carlos e Gilberto Gil.
Priscila Rozenbaum, Domingo de Oliveira e Marcelo Serrado (Foto: Kadu Ferreira/PhotoRio News)
Ao relembrar tempos áureos dos grandes festivais, surge também a crítica sobre o que é produzido hoje no cenário musical. “Esses festivais, assim como Woodstock, nos Estados Unidos, não são mais viáveis, porque a plateia não representa mais o povo. São um bando de macacos de auditório, muito mais preocupados em aparecer do que torcer”, diz Sérgio Ricardo, que nesse dia apresentou a canção “Beto Bom de Bola” e protagonizou um cena clássica da história da MPB: após insistente vaia do público, ele quebrou seu violão e o atirou ao público.
O jornalista e pesquisador Sérgio Cabral (pai do atual governador do Estado), um dos jurados da noite, completa o raciocínio, mas encontrando outra explicação para tamanho sucesso dos eventos: “Em toda a década de 60, a música brasileira estava na moda, havia vários ídolos surgindo”, afirma ele, que ainda sente orgulho por ter dado seu voto justamente ao vencedor, Edu Lobo. “Eu votei em ‘Ponteio’. Fiquei em dúvida depois, achando que deveria ter dado meu voto a ‘Domingo no Parque’ (de Gilberto Gil), mas vi que fiz a coisa certa”, brinca.
Na pré-estreia estiveram presentes ainda os atores Marcello Novaes e Marcelo Serrado, os cineastas Cacá Diegues e Domingo de Oliveira, acompanhado de sua esposa, Priscila Rozenbaum, e Bena Lobo, ao lado da namorada, Úrsula Corona. “Uma Noite em 67” é uma coprodução da VideoFilmes e da Record Entretenimento. Sua estreia nas telas de todo o país acontece na próxima sexta-feira, dia 30.
ASSISTA AO VÍDEO DO EVENTO
Segundo Renato, a intenção do filme é mostrar ao grande público um retrato daquele que foi considerado o ano de maior mudança no cenário cultural, político e comportamental do Brasil. “Em 1967, aconteceu a grande virada da música. Foi quando surgiu a guitarra elétrica, por exemplo, além deter dado voz aqueles que são até hoje os maiores artistas da MPB”, diz ele, referindo-se também aos outros finalistas ausentes: Chico Buarque, Caetano Velloso, Roberto Carlos e Gilberto Gil.
Priscila Rozenbaum, Domingo de Oliveira e Marcelo Serrado (Foto: Kadu Ferreira/PhotoRio News)
Ao relembrar tempos áureos dos grandes festivais, surge também a crítica sobre o que é produzido hoje no cenário musical. “Esses festivais, assim como Woodstock, nos Estados Unidos, não são mais viáveis, porque a plateia não representa mais o povo. São um bando de macacos de auditório, muito mais preocupados em aparecer do que torcer”, diz Sérgio Ricardo, que nesse dia apresentou a canção “Beto Bom de Bola” e protagonizou um cena clássica da história da MPB: após insistente vaia do público, ele quebrou seu violão e o atirou ao público.
O jornalista e pesquisador Sérgio Cabral (pai do atual governador do Estado), um dos jurados da noite, completa o raciocínio, mas encontrando outra explicação para tamanho sucesso dos eventos: “Em toda a década de 60, a música brasileira estava na moda, havia vários ídolos surgindo”, afirma ele, que ainda sente orgulho por ter dado seu voto justamente ao vencedor, Edu Lobo. “Eu votei em ‘Ponteio’. Fiquei em dúvida depois, achando que deveria ter dado meu voto a ‘Domingo no Parque’ (de Gilberto Gil), mas vi que fiz a coisa certa”, brinca.
Na pré-estreia estiveram presentes ainda os atores Marcello Novaes e Marcelo Serrado, os cineastas Cacá Diegues e Domingo de Oliveira, acompanhado de sua esposa, Priscila Rozenbaum, e Bena Lobo, ao lado da namorada, Úrsula Corona. “Uma Noite em 67” é uma coprodução da VideoFilmes e da Record Entretenimento. Sua estreia nas telas de todo o país acontece na próxima sexta-feira, dia 30.
Conteúdo relacionado
Notícias Relacionadas
- - Luto: Morre, aos 28 anos, o diretor do novo clipe de Mallu
- - Barraco!: Angelina Jolie tem crise de ciúmes e sai de casa
- - Descanso: Suzana Werner curte praia ao lado da filha
- - Grávida?: Jennifer Aniston pode estar grávida
- - Ausente: Demi Moore não comparece ao baile de debutante da filha
Comentaram esta notícia
Nova mensagem
Você precisa estar logado para comentar
Faça o login ou cadastre-se!








