Ex-BBB Elenita Rodrigues já pensa em segundo livro
Quarta, 14/04/2010 - 07:04h
Reprodução/OrkutElenita
Elenita Rodrigues está lançando seu primeiro livro mas já pensa no segundo. "Mas vai demorar um pouco", avisa, bem humorada. Ela fala sobre um projeto antigo que ganhou força após ver sua repercussão no BBB e que tem o título provisório de "Gordofobia". "Não entendo a preocupação com meu peso", declara ela, em entrevista ao TE CONTEI.
Ela quer mostrar que a mulher brasileira não deve ter vergonha de suas curvas. "Me acho gostosíssima", diz, lembrando que andou de biquíni pela casa mais vigiada do país e que usava, sem medo de ser feliz, saias curtíssimas. "Viva as coxas e a bunda da brasileira", acrescenta.
Elenita revela que, durante a adolescência, chegou a sentir vergonha provava roupas em lojas e não cabia nos tamanhos disponíveis. Hoje, no entanto, ela rebate a máxima de que só as magras são bonitas e aponta que o padrão de beleza europeu não é o mesmo do brasileiro: "Isso é uma incompetência de estilistas que querem fazer com que todas tenham corpos como o de modelos".
Ela afirma que não é complexada e que, em nenhum momento, se sentiu menos poderosa do que as outras sisters. Sobre ter sido convidada para posar para um ensaio sensual, ela se diz lisonjeada. "Me convidaram, mesmo estando acima do peso e eu adorei, mas não é para mim", comenta, fazendo alusão ao fato de ser professora universitária.
Os resultados de aulas são parecidos com o que pretende fazer com seus livros. "Tem coisas que são tão óbvias e a gente não vê. Adoro quando alguém sai da aula com ar de quem diz 'nunca tinha pensado nisso dessa forma, mas é verdade'".
Segundo ela, o livro deve demorar um pouco para sair, já que está em fase de lançamento de "O homem ideal e outras conversas" (Ed. Impetos, R$ 19,90). Enquanto isso, ela pretende seguir atuando em sua área, a Linguística, e publicar artigos acadêmicos, além de fazer trabalhos como a DJ Lena Bahirah.
Ela quer mostrar que a mulher brasileira não deve ter vergonha de suas curvas. "Me acho gostosíssima", diz, lembrando que andou de biquíni pela casa mais vigiada do país e que usava, sem medo de ser feliz, saias curtíssimas. "Viva as coxas e a bunda da brasileira", acrescenta.
Elenita revela que, durante a adolescência, chegou a sentir vergonha provava roupas em lojas e não cabia nos tamanhos disponíveis. Hoje, no entanto, ela rebate a máxima de que só as magras são bonitas e aponta que o padrão de beleza europeu não é o mesmo do brasileiro: "Isso é uma incompetência de estilistas que querem fazer com que todas tenham corpos como o de modelos".
Ela afirma que não é complexada e que, em nenhum momento, se sentiu menos poderosa do que as outras sisters. Sobre ter sido convidada para posar para um ensaio sensual, ela se diz lisonjeada. "Me convidaram, mesmo estando acima do peso e eu adorei, mas não é para mim", comenta, fazendo alusão ao fato de ser professora universitária.
Os resultados de aulas são parecidos com o que pretende fazer com seus livros. "Tem coisas que são tão óbvias e a gente não vê. Adoro quando alguém sai da aula com ar de quem diz 'nunca tinha pensado nisso dessa forma, mas é verdade'".
Segundo ela, o livro deve demorar um pouco para sair, já que está em fase de lançamento de "O homem ideal e outras conversas" (Ed. Impetos, R$ 19,90). Enquanto isso, ela pretende seguir atuando em sua área, a Linguística, e publicar artigos acadêmicos, além de fazer trabalhos como a DJ Lena Bahirah.
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