Saiba mais sobre o ator Aílton Graça
Domingo, 21/03/2010 - 09:34h
Renato Rocha Miranda/TV GloboAílton Graça
Em todos os seus trabalhos na TV, Ailton Graça, que está no ar em "Cama de Gato", tem a sorte de ser par de musas globais. Seus personagens usam a malandragem como arma de sedução, e já balançaram os corações de Camila Pitanga, Claudia Raia, Paula Burlamaqui e muitas outras. A fama de conquistador fica só nos folhetins, pois, na realidade, ele afirma ser do tipo bem família. Com exclusividade ao TE CONTEI, o ator revela traços de sua personalidade. Leia a seguir.
Nome completo: Ailton Graça
Data de nascimento: 09/09/1964
Apelido: Timbinha e, por incrível que pareça, ainda me chamam de Feitosa (personagem que interpretou na novela "América", em 2005) e "Negão de Tirar o Chapéu", por causa da música "Ébano", da Alcione, que foi a trilha sonora do Feitosa (risos).
O que gosta de fazer quando não tem nada para fazer? Nada! Jogar vídeo game... meu jogo preferido é o "God of War", do PlayStation 2. Também adoro jogar bola e jogar conversa fora. Quando posso, gosto de assistir a ensaios abertos de peças de teatro.
Qual é o melhor lugar do mundo? A minha casa. Não existe lugar melhor do que a casa da gente, principalmente ao lado das pessoas que amamos.
Onde e como foi mais feliz? Dentro do meu lar, com a minha esposa, Kátia Naiane (atriz), ao lado do meu filho, Vinícius (20 anos), e da minha família.
Qual é o seu maior motivo de orgulho? Ter tido uma boa infância, uma boa criação e ter seguido os princípios que me foram ensinados. Ah! E ser corintiano, claro!
E de arrependimento? Por não ter feito teatro mais cedo. Só comecei a levar a sério e a trabalhar profissionalmente com 18 anos.
Qual a coisa mais importante que fez na vida? Ter sido pai e ter tido coragem de superar meus medos e anseios durante meu primeiro teste para o teatro. O teste era para a peça "Filhos, Aqui Vamos Nós", e fiquei no elenco.
Por que se considera uma pessoa especial? Não me considero uma pessoa especial. Me considero uma pessoa que vem trabalhando para ganhar respeito.
Por que se considera uma pessoa chata? Por ser virginiano e muito perfeccionista.
O que não pode faltar no seu prato? Uma boa comida caseira, o tradicional arroz com feijão e, de sobremesa, uma fatia da fruta mais gostosa do mundo: melancia.
Qual é a música da sua vida? Hummm, são tantas! Vou citar três: "A União Faz a Força com Muita Energia" (Samba enredo da União da Ilha do Governador de 2001), "Meu Ébano" (Alcione) e "I Feel Good" (de James Brown). Esta última música eu sempre coloco quando vou fazer um teste para algum trabalho.
O que não pode viver sem? Sem a minha esposa e sem o Corinthians.
Com quem gostaria de ir para uma lha deserta? Com a minha mulher.
Quem deixaria lá? Todos os ditadores do mundo.
O que tem na sua mesinha de cabeceira agora? Uma imagem belíssima de São Jorge e outra de Nossa Senhora Aparecida.
E a maior burrada? Dizer sim para muitos trabalhos, e depois ficar sem tempo para ficar comigo mesmo.
Cite um luxo que não pode faltar na sua rotina: Dormir sem ter hora para acordar.
Se ganhasse R$ 1 milhão agora, o que faria? Muitas coisas: ajudaria minha família e montaria uma creche, por exemplo.
O que não deixa para fazer amanhã? Como bom virginiano que sou, gosto de fazer tudo hoje.
Qual é o melhor conselho? O que você precisa ouvir e não o que você quer ouvir.
E a maior roubada? Ter acreditado demais em pessoas que usam de má fé. Queria ter olhos de águia para identificar o lobo em pele de cordeiro.
Do que tem medo? De que me julguem mal. Essa coisas me deixam apavorado, porque eu gosto de ser entendido.
Nome completo: Ailton Graça
Data de nascimento: 09/09/1964
Apelido: Timbinha e, por incrível que pareça, ainda me chamam de Feitosa (personagem que interpretou na novela "América", em 2005) e "Negão de Tirar o Chapéu", por causa da música "Ébano", da Alcione, que foi a trilha sonora do Feitosa (risos).
O que gosta de fazer quando não tem nada para fazer? Nada! Jogar vídeo game... meu jogo preferido é o "God of War", do PlayStation 2. Também adoro jogar bola e jogar conversa fora. Quando posso, gosto de assistir a ensaios abertos de peças de teatro.
Qual é o melhor lugar do mundo? A minha casa. Não existe lugar melhor do que a casa da gente, principalmente ao lado das pessoas que amamos.
Onde e como foi mais feliz? Dentro do meu lar, com a minha esposa, Kátia Naiane (atriz), ao lado do meu filho, Vinícius (20 anos), e da minha família.
Qual é o seu maior motivo de orgulho? Ter tido uma boa infância, uma boa criação e ter seguido os princípios que me foram ensinados. Ah! E ser corintiano, claro!
E de arrependimento? Por não ter feito teatro mais cedo. Só comecei a levar a sério e a trabalhar profissionalmente com 18 anos.
Qual a coisa mais importante que fez na vida? Ter sido pai e ter tido coragem de superar meus medos e anseios durante meu primeiro teste para o teatro. O teste era para a peça "Filhos, Aqui Vamos Nós", e fiquei no elenco.
Por que se considera uma pessoa especial? Não me considero uma pessoa especial. Me considero uma pessoa que vem trabalhando para ganhar respeito.
Por que se considera uma pessoa chata? Por ser virginiano e muito perfeccionista.
O que não pode faltar no seu prato? Uma boa comida caseira, o tradicional arroz com feijão e, de sobremesa, uma fatia da fruta mais gostosa do mundo: melancia.
Qual é a música da sua vida? Hummm, são tantas! Vou citar três: "A União Faz a Força com Muita Energia" (Samba enredo da União da Ilha do Governador de 2001), "Meu Ébano" (Alcione) e "I Feel Good" (de James Brown). Esta última música eu sempre coloco quando vou fazer um teste para algum trabalho.
O que não pode viver sem? Sem a minha esposa e sem o Corinthians.
Com quem gostaria de ir para uma lha deserta? Com a minha mulher.
Quem deixaria lá? Todos os ditadores do mundo.
O que tem na sua mesinha de cabeceira agora? Uma imagem belíssima de São Jorge e outra de Nossa Senhora Aparecida.
E a maior burrada? Dizer sim para muitos trabalhos, e depois ficar sem tempo para ficar comigo mesmo.
Cite um luxo que não pode faltar na sua rotina: Dormir sem ter hora para acordar.
Se ganhasse R$ 1 milhão agora, o que faria? Muitas coisas: ajudaria minha família e montaria uma creche, por exemplo.
O que não deixa para fazer amanhã? Como bom virginiano que sou, gosto de fazer tudo hoje.
Qual é o melhor conselho? O que você precisa ouvir e não o que você quer ouvir.
E a maior roubada? Ter acreditado demais em pessoas que usam de má fé. Queria ter olhos de águia para identificar o lobo em pele de cordeiro.
Do que tem medo? De que me julguem mal. Essa coisas me deixam apavorado, porque eu gosto de ser entendido.
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