Saiba mais sobre o cantor Jair Oliveira

Domingo, 27/12/2009 - 10:26h
Fábio Guinalz/AgNews
Jair Oliveira
Jair Oliveira uniu a família para colocar a mão na massa. Em janeiro de 2010, em parceria com a mulher, Tania Khalill, ele vai lançar "Grandes Pequeninos", um projeto que inclui CD, livro e peça de teatro, em homenagem à filha do casal, Isabela. Já com a irmã, Luciana Mello, o cantor e compositor leva às lojas o DVD "O Samba me Cantou". Jair revela ao TE CONTEI traços de sua personalidade. A seguir.

Nome completo: Jair Rodrigues Melo de Oliveira


Data de nascimento: 17/03/1975


Apelido: Jairzinho, Jaco e Jacolinho


O que gosta de fazer quando não tem nada para fazer? Ficar com a minha filha, Isabela (2 anos e 6 meses).


Qual é o melhor lugar do mundo? Perto da minha filha e a minha casa.


Onde e como foi mais feliz? Eu sempre encaro a vida com muita felicidade, mas os últimos dois anos foram
especiais, para mim e para a minha esposa (Tania Khalill), por causa da chegada da nossa pequena Isabela.

Qual é o seu maior motivo de orgulho? A minha filha e ter o privilégio de ganhar a vida fazendo o que gosto, que é cantar e compor.


E de arrependimento? Não tenho nenhum arrependimento marcante. As coisas que fiz na vida me agradaram muito. Mas me arrependo de não ter visto um show do Tom Jobim.


Qual a coisa mais importante que fez na vida? Construir minha família e minha carreira.


Por que se considera uma pessoa especial? Porque eu sou igual aos outros.


Por que se considera uma pessoa chata? Porque fico desligado quando estou compondo. Não percebo nada à minha volta e as pessoas, às vezes, comentam isso comigo.


O que não pode faltar no seu prato? Comida japonesa. Você sabia que eu tenho uma avó japinha de verdade? É por isso que adoro comida japonesa (risos).


Qual é a música da sua vida? "Ventania", de minha autoria e que foi gravada pelo Pedro Mariano. Essa música foi uma inspiração que tive, foi um pré-anúncio do nascimento da Isabela.


O que não pode viver sem? Sem a Isabela e sem a música.


Se você não fosse cantor, o que seria? Me infiltraria em alguma coisa ligada ao cinema.


Com quem gostaria de ir para uma ilha deserta? Com a Tania. Estou muito bem acompanhado!


Quem deixaria lá? Faria um limpa em Brasília e, também, deixaria todas as pessoas preconceituosas.


O que tem na sua mesinha de cabeceira agora? O livro "Diários de Bicicleta", de David Byrne.


Qual a maior extravagância que fez na vida? Comprar muitos CDs e DVDs. Compro muitos mesmo, por causa do meu trabalho. Às vezes não consigo parar para ouvir ou ver todos e a minha esposa fica me policiando quanto a isso.


E a maior burrada? Um dia fui trocar a minha filha e passei nela pasta de dente em vez de pomada para assadura. Sorte que eu comentei com a Tania que estava sentindo um cheirinho de menta, aí ela me falou que era pasta de dente. A culpa não foi só minha, não, gente (risos)!


Cite um luxo que não pode faltar na sua rotina: Computador.


Se ganhasse R$ 1 milhão agora, o que faria? Aplicaria todo o dinheiro e patrocinaria muitos projetos ligados à arte.


O que não deixa para fazer amanhã? Ver a minha filha.


Qual é o melhor conselho? O que vem da própria consciência.


E a maior furada? Eu e minha irmã (Luciana Mello) fomos fazer um "show" no interior de São Paulo, mas bem no interior mesmo. A viagem foi uma epopeia: primeiro, porque o motorista que nos arranjaram não era motorista e segundo, porque quando chegamos à tal cidade não tinha som, não tinha show, não tinha nada (risos). Essa foi, sem dúvida, a maior furada em que já me meti.

Do que tem medo? Da violência, que está crescendo a cada dia.

Defina Tania em uma palavra: Vida! Ela é tudo na minha vida. É com ela que compartilho tudo.


Por Renata Trindade, especial para o Te Contei

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