Bruno Ferrari, de 'Bela, a feia', revela que é mulherengo só na ficção
Domingo, 18/10/2009 - 11:26h
AgNewsBruno Ferrari
Na novela “Bela, a Feia”, da Record, Bruno Ferrari interpreta Rodrigo, um mulherengo de marca maior que namora Cíntia (Carla Regina), mas nem por isso deixa de dar em cima de outras mulheres. Só não contava que a desengonçada Bela (Giselle Itié) fosse mexer com o coração dele. Mas, até o romance vingar, muita água ainda vai rolar.
Na vida real, o ator acredita que beleza exterior não é peça fundamental numa relação. “Sempre me envolvi com as mulheres depois de uma conversa. Não é clichê, mas me interesso primeiro pela pessoa que ela é. Claro que aparência é importante, mas adianta a mulher ser linda e não acrescentar nada?”, explica ele, que despista ao responder se já chegou a “conhecer melhor” uma mulher que não lhe parecesse atraente à primeira vista: “Posso até ter ficado, mas com certeza ela devia ter algo a mais para mostrar do que só a aparência”.
Se na ficção Bruno encarna um bon-vivant, fora dela, ele só tem olhos para a namorada, Graziella Schmidt, com quem mora há cinco anos. Tranquilo com o seu coração, ele planeja oficializar a união com a atriz, embora já se sinta casado. “Não fazemos nada por obrigação. Nossos planos são baseados em nossa vontade. Ela entende os meus compromissos e eu a apoio em tudo também. Estamos morando juntos no Rio de Janeiro e felizes”, comemora ele.
No folhetim do horário nobre da Record, Bruno faz sua estreia como protagonista, título que ele garante não ter mudado a sua maneira de pensar o personagem. Seu discurso vem ladeado de modéstia ao dizer que não vê diferença entre este e outros papéis em seu jovem currículo. Aos 27 anos e sete novelas, ele ensina: “Eu me empenho em fazê-lo da mesma forma que fiz todos os outros personagens da minha carreira. Para mim, a única diferença em atuar como protagonista é que tenho um pouco mais de falas”.
Leia a seguir a entrevista na íntegra.
TE CONTEI: Qual é a sensação de ter, pela primeira vez, o papel principal de um folhetim?
BRUNO FERRARI: Não penso nisso, sério. Interpretar o Rodrigo é muito bom, pois ele é um papel interessante. Eu me empenho em fazê-lo da mesma forma que fiz todos os outros personagens da minha carreira. Para mim, a única diferença em atuar como protagonista é que tenho um pouco mais de falas.
TC: Na novela, seu personagem irá se envolver com Bela (Giselle Itié), que na verdade não é muito bonita. Você já descartou alguma mulher por causa de beleza? Quando está apaixonado liga muito para a aparência?
BF: Sempre me envolvi com as mulheres depois de uma conversa. Não é clichê, mas me interesso primeiro pela pessoa que ela é. Claro que aparência é importante, mas o que adianta a mulher ser linda e não acrescentar nada? Acredito que uma pessoa se apaixonada por outra pelo o que ela representa em sua vida.
TC: Então, você já ficou com alguma mulher que não considerasse bonita?
BF: Posso até ter ficado, mas, com certeza, ela devia ter algo a mais para mostrar do que só a beleza exterior.
TC: O que tem do Bruno no Rodrigo? Se inspirou em alguém para interpretá-lo?
BF: Foi tudo um processo muito rápido. Contei bastante com a ajuda do diretor Edson Spinello. Sinto que o Rodrigo está cada vez mais próximo de mim, da minha forma de encarar as coisas. Gosto porque ele vai levando a vida conforme a vida o leva. Ele não é um vilão, um cara do mal. Também não é o mocinho da história. O Rodrigo é bem humano, com erros e acertos em suas atitudes.
TC: “Bela, a Feia” é a versão brasileira do atual seriado americano de sucesso “Ugly Betty”. Você o acompanha? BF: Vi pouca coisa, apenas alguns pedaços para não me influenciar.
TC: Você tem dito que está malhando pesado por causa do personagem. Quais os cuidados que tem com o corpo?
BF: Nunca fui vaidoso e muito menos fã de academia, mas eu penso que, para compor um personagem, você tem que passar credibilidade para o telespectador. Na trama, o Rodrigo faz sucesso com as mulheres. Ou seja, tenho que estar com uma aparência boa. Estou fazendo muito exercício aeróbico e musculação. Tudo pelo trabalho!
TC: Aceitaria fazer algum trabalho envolvendo nudez?
BF: Para revista? Não! (risos). Não tenho preconceito com quem faz, mas eu não penso nisso para mim. Já fiz uma cena de nudez na TV, em "Cidadão Brasileiro", mas o personagem exigia.
TC: Você mora há cinco anos com a atriz Graziella Schmidt. Está nos planos do casal oficializar a união, com direito a igreja, véu e grinalda?
BF: Está bom do jeito que está, mas pensamos em oficializar, sim. Não fazemos nada por obrigação. Nossos planos são baseados em nossa vontade. Ela entende os meus compromissos e eu a apoio em tudo também. Estamos morando juntos no Rio de Janeiro e felizes.
TC: Quando decidiu ser ator? Pensou em seguir alguma outra profissão antes?
BF: Fui levado para a carreira artística. Tudo aconteceu de uma forma natural. Na verdade, eu fui convidado para trabalhar como modelo. Tirei as fotos, mas não deu muito certo. Não era a minha praia. Eu sei que essas fotos foram parar numa agência que contratava figurantes. Nesse meio tempo, comecei a estudar teatro e fazer algumas peças. Também fiz um curso de vídeo paralelamente à peça.
Na vida real, o ator acredita que beleza exterior não é peça fundamental numa relação. “Sempre me envolvi com as mulheres depois de uma conversa. Não é clichê, mas me interesso primeiro pela pessoa que ela é. Claro que aparência é importante, mas adianta a mulher ser linda e não acrescentar nada?”, explica ele, que despista ao responder se já chegou a “conhecer melhor” uma mulher que não lhe parecesse atraente à primeira vista: “Posso até ter ficado, mas com certeza ela devia ter algo a mais para mostrar do que só a aparência”.
Se na ficção Bruno encarna um bon-vivant, fora dela, ele só tem olhos para a namorada, Graziella Schmidt, com quem mora há cinco anos. Tranquilo com o seu coração, ele planeja oficializar a união com a atriz, embora já se sinta casado. “Não fazemos nada por obrigação. Nossos planos são baseados em nossa vontade. Ela entende os meus compromissos e eu a apoio em tudo também. Estamos morando juntos no Rio de Janeiro e felizes”, comemora ele.
No folhetim do horário nobre da Record, Bruno faz sua estreia como protagonista, título que ele garante não ter mudado a sua maneira de pensar o personagem. Seu discurso vem ladeado de modéstia ao dizer que não vê diferença entre este e outros papéis em seu jovem currículo. Aos 27 anos e sete novelas, ele ensina: “Eu me empenho em fazê-lo da mesma forma que fiz todos os outros personagens da minha carreira. Para mim, a única diferença em atuar como protagonista é que tenho um pouco mais de falas”.
Leia a seguir a entrevista na íntegra.
TE CONTEI: Qual é a sensação de ter, pela primeira vez, o papel principal de um folhetim?
BRUNO FERRARI: Não penso nisso, sério. Interpretar o Rodrigo é muito bom, pois ele é um papel interessante. Eu me empenho em fazê-lo da mesma forma que fiz todos os outros personagens da minha carreira. Para mim, a única diferença em atuar como protagonista é que tenho um pouco mais de falas.
TC: Na novela, seu personagem irá se envolver com Bela (Giselle Itié), que na verdade não é muito bonita. Você já descartou alguma mulher por causa de beleza? Quando está apaixonado liga muito para a aparência?
BF: Sempre me envolvi com as mulheres depois de uma conversa. Não é clichê, mas me interesso primeiro pela pessoa que ela é. Claro que aparência é importante, mas o que adianta a mulher ser linda e não acrescentar nada? Acredito que uma pessoa se apaixonada por outra pelo o que ela representa em sua vida.
TC: Então, você já ficou com alguma mulher que não considerasse bonita?
BF: Posso até ter ficado, mas, com certeza, ela devia ter algo a mais para mostrar do que só a beleza exterior.
TC: O que tem do Bruno no Rodrigo? Se inspirou em alguém para interpretá-lo?
BF: Foi tudo um processo muito rápido. Contei bastante com a ajuda do diretor Edson Spinello. Sinto que o Rodrigo está cada vez mais próximo de mim, da minha forma de encarar as coisas. Gosto porque ele vai levando a vida conforme a vida o leva. Ele não é um vilão, um cara do mal. Também não é o mocinho da história. O Rodrigo é bem humano, com erros e acertos em suas atitudes.
TC: “Bela, a Feia” é a versão brasileira do atual seriado americano de sucesso “Ugly Betty”. Você o acompanha? BF: Vi pouca coisa, apenas alguns pedaços para não me influenciar.
TC: Você tem dito que está malhando pesado por causa do personagem. Quais os cuidados que tem com o corpo?
BF: Nunca fui vaidoso e muito menos fã de academia, mas eu penso que, para compor um personagem, você tem que passar credibilidade para o telespectador. Na trama, o Rodrigo faz sucesso com as mulheres. Ou seja, tenho que estar com uma aparência boa. Estou fazendo muito exercício aeróbico e musculação. Tudo pelo trabalho!
TC: Aceitaria fazer algum trabalho envolvendo nudez?
BF: Para revista? Não! (risos). Não tenho preconceito com quem faz, mas eu não penso nisso para mim. Já fiz uma cena de nudez na TV, em "Cidadão Brasileiro", mas o personagem exigia.
TC: Você mora há cinco anos com a atriz Graziella Schmidt. Está nos planos do casal oficializar a união, com direito a igreja, véu e grinalda?
BF: Está bom do jeito que está, mas pensamos em oficializar, sim. Não fazemos nada por obrigação. Nossos planos são baseados em nossa vontade. Ela entende os meus compromissos e eu a apoio em tudo também. Estamos morando juntos no Rio de Janeiro e felizes.
TC: Quando decidiu ser ator? Pensou em seguir alguma outra profissão antes?
BF: Fui levado para a carreira artística. Tudo aconteceu de uma forma natural. Na verdade, eu fui convidado para trabalhar como modelo. Tirei as fotos, mas não deu muito certo. Não era a minha praia. Eu sei que essas fotos foram parar numa agência que contratava figurantes. Nesse meio tempo, comecei a estudar teatro e fazer algumas peças. Também fiz um curso de vídeo paralelamente à peça.
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