Advogado de médico diz que injeção de demerol não foi aplicada em popstar
Segunda, 29/06/2009 - 21:42h
Reprodução/TMZDr. Conrad Murray
Depois de vários dias de especulação acerca de sua atuação nos últimos momentos de vida de Michael Jackson, o médico particular do cantor, Dr. Conrad Murray, falou, através de seu advogado, Ed Chernoff. Ele disse à revista americana "People" que seu cliente tentou, corajosamente, salvar a vida do astro - e que nunca injetou uma dose de Demerol nele ou receitou o remédio OxyContin.
"Se havia mesmo OxyContin no estômago de Michael, o Dr. Murray não tem nada a ver com isso", afirma Chernoff.
O advogado conta que, segundo Murray, no dia 24 de junho, Michael pediu que ele passasse a noite com ele, para acompanhar o ensaio, no Staples Center, de seu show. No dia seguinte, quando o cantor não saiu de seu quarto antes do meio-dia, o cardiologista entrou no cômodo e encontrou-o inconsciente - mas ainda com pulsação, mesmo fraca. "Dr. Murray começou a fazer massagem cardíaca e, por vários minutos, ele tentou revivê-lo", afirmou Chernoff.
Chernoff disse que Murray – que conheceu Michael em 2006, quando tratou de um dos filhos do cantor em Las Vegas e não era seu médico pessoal até maio desse ano - tentou ligar para o serviço de emergência, mas, por causa de dispositivos de segurança da casa, não conseguiu uma linha que fizesse ligações externas. Ele teria pensado em usar o celular, mas lembrou que não sabia o endereço da casa de Michael. Ele gritou por ajuda, então. "Com Michael ainda na cama, ele colocou uma das mãos nas costas do cantor para apoiá-lo e continuoua pressioná-lo. Ele permaneceu verificando o pulso do cantor".
Quando ninguém respondeu a seus gritos urgentes por socorro, continuou Chernoff, Murray localizou um dos cozinheiros. Um dos seguranças do cantor ligou para o serviço de emergência. Depois da chegada da ambulância, Murray conversou com os médicos do UCLA - onde Michael foi declarado morto às 14h26m (horário local) - que instruíram os paramédicos a aplicar uma injeção de epinefrina direto no coração do cantor, em uma tentativa de reanimá-lo. "Michael ainda tinha pulso", conta Chernoff, mesmo quando foi entrou na ambulância.
Chernoff contou ainda que Murray consolou os parentes de Michael quando eles chegaram ao hospital, naquela tarde, e aconselhou-os a pedir uma autópsia antes de obter um atestado de óbito. Mais tarde, ainda na quinta-feira, 25, Murray, que, de acordo com Chernoff, "estava física e emocionalmente exausto", falou com a polícia por mais de três horas. Depois, seguindo ordens de seu advogado, desligou o celular e evitou a imprensa.
Ainda de acordo com Chernoff, Murray parou de atender em dois consultórios, um em Las Vegas e outro em Houston, para acompanhar Michael na turnê de 50 shows que o astro faria em Londres a partir do mês de julho.
"Se havia mesmo OxyContin no estômago de Michael, o Dr. Murray não tem nada a ver com isso", afirma Chernoff.
O advogado conta que, segundo Murray, no dia 24 de junho, Michael pediu que ele passasse a noite com ele, para acompanhar o ensaio, no Staples Center, de seu show. No dia seguinte, quando o cantor não saiu de seu quarto antes do meio-dia, o cardiologista entrou no cômodo e encontrou-o inconsciente - mas ainda com pulsação, mesmo fraca. "Dr. Murray começou a fazer massagem cardíaca e, por vários minutos, ele tentou revivê-lo", afirmou Chernoff.
Chernoff disse que Murray – que conheceu Michael em 2006, quando tratou de um dos filhos do cantor em Las Vegas e não era seu médico pessoal até maio desse ano - tentou ligar para o serviço de emergência, mas, por causa de dispositivos de segurança da casa, não conseguiu uma linha que fizesse ligações externas. Ele teria pensado em usar o celular, mas lembrou que não sabia o endereço da casa de Michael. Ele gritou por ajuda, então. "Com Michael ainda na cama, ele colocou uma das mãos nas costas do cantor para apoiá-lo e continuoua pressioná-lo. Ele permaneceu verificando o pulso do cantor".
Quando ninguém respondeu a seus gritos urgentes por socorro, continuou Chernoff, Murray localizou um dos cozinheiros. Um dos seguranças do cantor ligou para o serviço de emergência. Depois da chegada da ambulância, Murray conversou com os médicos do UCLA - onde Michael foi declarado morto às 14h26m (horário local) - que instruíram os paramédicos a aplicar uma injeção de epinefrina direto no coração do cantor, em uma tentativa de reanimá-lo. "Michael ainda tinha pulso", conta Chernoff, mesmo quando foi entrou na ambulância.
Chernoff contou ainda que Murray consolou os parentes de Michael quando eles chegaram ao hospital, naquela tarde, e aconselhou-os a pedir uma autópsia antes de obter um atestado de óbito. Mais tarde, ainda na quinta-feira, 25, Murray, que, de acordo com Chernoff, "estava física e emocionalmente exausto", falou com a polícia por mais de três horas. Depois, seguindo ordens de seu advogado, desligou o celular e evitou a imprensa.
Ainda de acordo com Chernoff, Murray parou de atender em dois consultórios, um em Las Vegas e outro em Houston, para acompanhar Michael na turnê de 50 shows que o astro faria em Londres a partir do mês de julho.
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