Mallu Magalhães se diz emotiva em entrevista: 'Acho tudo muito lindo e choro'
Sexta, 07/10/2011 - 12:01h
Divulgação/ AlfaMallu Magalhães
Em edição especial dedicada às mulheres, com Camila Pitanga na capa, a revista "Alfa" traz entrevista com Mallu Magalhães. Aos 19 anos, a cantora em nada lembra a adolescente esquisita que apareceu na internet há alguns anos atrás.
Casada com o músico Marcelo Camelo, ela lança seu terceiro disco, "Pitanga", para coroar a maturidade. Ao mesmo tempo, Mallu confessa que ainda se aflige ao tomar banho sozinha e que tem outros medos e manias. Ela afirma que chora ao ver mendigos na rua. "Será que vai chegar uma hora em que não vou poder sair à rua sem ficar emocionada? Acho tudo muito lindo e choro", conta.
No dia-a-dia, as atividades mais simples fazem com que Mallu se divirta. "Gosto mesmo é de ficar em casa, compondo, pintando, bordando, arrumando a horta e brincando com o meu gato", diz.
Sempre questionada pela maneira original de se vestir, a cantora diz que, hoje, se aceita como é. "Agora aceito que meu jeito torto é espontâneo, da coragem de não procurar ser igual, de não querer pertencer, de só pertencer a si mesmo. A maioria das pessoas quer seguir uma linha alheia. Quando uma pessoa segue a própria linha, fica doido. Mas eu me sinto ótima seguindo a minha própria linha".
Casada com o músico Marcelo Camelo, ela lança seu terceiro disco, "Pitanga", para coroar a maturidade. Ao mesmo tempo, Mallu confessa que ainda se aflige ao tomar banho sozinha e que tem outros medos e manias. Ela afirma que chora ao ver mendigos na rua. "Será que vai chegar uma hora em que não vou poder sair à rua sem ficar emocionada? Acho tudo muito lindo e choro", conta.
No dia-a-dia, as atividades mais simples fazem com que Mallu se divirta. "Gosto mesmo é de ficar em casa, compondo, pintando, bordando, arrumando a horta e brincando com o meu gato", diz.
Sempre questionada pela maneira original de se vestir, a cantora diz que, hoje, se aceita como é. "Agora aceito que meu jeito torto é espontâneo, da coragem de não procurar ser igual, de não querer pertencer, de só pertencer a si mesmo. A maioria das pessoas quer seguir uma linha alheia. Quando uma pessoa segue a própria linha, fica doido. Mas eu me sinto ótima seguindo a minha própria linha".
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