Herson Capri fala sobre sucesso e doença
Segunda, 03/10/2011 - 14:51h
DivulgaçãoHerson Capri
Herson Capri, que viveu o grande vilão da novela "Insensato Coração", o banqueiro Horácio Cortez, deu uma entrevista para o programa "Vitrine", na TV Cultura. Na conversa, o ator falou sobre as dificuldades de se trabalhar publicamente.
O ator tem uma coisa muito forte, porque ele se apresenta para o público. Ele tem insegurança, ego, complicado de equilibrar", contou Herson que ainda complementou falando como lidar com o sucesso e o fracasso da profissão. "Ele pode ir ao fundo do poço, da agonia pelo esquecimento por parte do público, a um sucesso que é frágil, fulgaz, mas parece fortíssimo. O cara se sente Deus. Ele não é. Só tá fazendo sucesso temporário", opinou.
Sobre o câncer no pulmão, descoberto em 1999, que o fez passar por tratamentos e cirurgia, Herson comenta: "O raciocínio é: tenho câncer, vou morrer. Eu não fiz análise porque foi tudo muito rápido. Mas o que teve efeito terapêutico foi a minha mulher". E emenda: "Até na época que a gente soube do Gianecchini, o que eu falei é que o apoio da família e amigos é algo muito forte. É uma energia bacana que faz as vezes da terapia. Outra coisa é fazer exames. Porque se pega pequeno, a possibilidade de salvar é grande", concluiu.
O ator tem uma coisa muito forte, porque ele se apresenta para o público. Ele tem insegurança, ego, complicado de equilibrar", contou Herson que ainda complementou falando como lidar com o sucesso e o fracasso da profissão. "Ele pode ir ao fundo do poço, da agonia pelo esquecimento por parte do público, a um sucesso que é frágil, fulgaz, mas parece fortíssimo. O cara se sente Deus. Ele não é. Só tá fazendo sucesso temporário", opinou.
Sobre o câncer no pulmão, descoberto em 1999, que o fez passar por tratamentos e cirurgia, Herson comenta: "O raciocínio é: tenho câncer, vou morrer. Eu não fiz análise porque foi tudo muito rápido. Mas o que teve efeito terapêutico foi a minha mulher". E emenda: "Até na época que a gente soube do Gianecchini, o que eu falei é que o apoio da família e amigos é algo muito forte. É uma energia bacana que faz as vezes da terapia. Outra coisa é fazer exames. Porque se pega pequeno, a possibilidade de salvar é grande", concluiu.
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