Carla Bruni
Nome: Carla Gilberta Bruni Tedeschi
Data de nascimento: 23 de dezembro de 1967
Signo: Capricórnio
O que faz: Cantora e primeira-dama da França
Fatos curiosos:
1. Em abril de 2008, às vésperas da primeira visita oficial do casal "Carlozy" à Inglaterra, onde encontrariam a rainha, uma fotografia de Carla Bruni nua, tirada em 1993, foi vendida em leilão por US$ 91 mil, mais de 60 vezes o preço mínimo. A imagem chegou às capas de tablóides na época da visita do primeiro casal francês.
2. Carla Bruni disse que fica facilmente "entediada com a monogamia" e que o "amor dura um longo tempo, mas o desejo ardente, duas ou três semanas". Também já disse ser "monógama de tempos em tempos, mas prefiro a poligamia ou a poliandria" (casamento polígamo de uma mulher com dois ou mais parceiros).
3. Carregou a bandeira da Itália, à frente da delegação do país, na abertura dos Jogos de Inverno de 2006, em Turim, sua cidade natal.
4. Para satisfazer a primeira-dama da França, que já declarou que queria "um homem com poder nuclear", o presidente Nicolas Sarkozy tem tido aulas com um "personal trainer" do sexo para fortalecer os músculos do períneo.
5. Bruni abriu processo, em dezembro de 2008, contra uma empresa que comercializou 10 mil unidades de uma bolsa estampada com uma fotografia da primeira-dama da França nua.
1. Em abril de 2008, às vésperas da primeira visita oficial do casal "Carlozy" à Inglaterra, onde encontrariam a rainha, uma fotografia de Carla Bruni nua, tirada em 1993, foi vendida em leilão por US$ 91 mil, mais de 60 vezes o preço mínimo. A imagem chegou às capas de tablóides na época da visita do primeiro casal francês.
2. Carla Bruni disse que fica facilmente "entediada com a monogamia" e que o "amor dura um longo tempo, mas o desejo ardente, duas ou três semanas". Também já disse ser "monógama de tempos em tempos, mas prefiro a poligamia ou a poliandria" (casamento polígamo de uma mulher com dois ou mais parceiros).
3. Carregou a bandeira da Itália, à frente da delegação do país, na abertura dos Jogos de Inverno de 2006, em Turim, sua cidade natal.
4. Para satisfazer a primeira-dama da França, que já declarou que queria "um homem com poder nuclear", o presidente Nicolas Sarkozy tem tido aulas com um "personal trainer" do sexo para fortalecer os músculos do períneo.
5. Bruni abriu processo, em dezembro de 2008, contra uma empresa que comercializou 10 mil unidades de uma bolsa estampada com uma fotografia da primeira-dama da França nua.
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Biografia
Herdeira de uma família rica da Itália – seu avô, Virginio Tedeschi, fundou a fabricante de pneus CEAT, vendida para a Pirelli em 1970 –, a primeira-dama da França, Carla Bruni-Sarkozy, nasceu na Itália, mas mudou-se com a família para a França aos 6 anos, supostamente para fugir do risco de sequestro pelas Brigadas Vermelhas, grupo terrorista que agia no país. Ela tem uma irmã e tinha um irmão, Virgilio Tedeschi, que morreu em 2006 em decorrência de complicações da aids.
Embora seja legalmente filha da pianista Marisa Borini e do industrial e compositor clássico Alberto Bruni Tedeschi, Carla Bruni revelou em 2008 que seu pai biológico é, na verdade, o empresário italiano Maurizio Remmert, radicado há 32 anos no Brasil. Remmert tinha 19 anos e a mãe de Carla, 32 quando se conheceram no ambiente musical de Turim. Como Marisa já era casada com Tedeschi e ambos tinham um filho, o fato foi mantido em segredo até a mãe lhe contar, quando Carla já era adulta.
Ela estudou na Suíça e em Paris, onde cursou arte e arquitetura, mas abandonou os estudos aos 19 anos para seguir a carreira de modelo. Bruni desfilou e estrelou campanhas publicitárias de grifes e estilistas como GUESS?, Dior, Givenchy, Paco Rabane, Christian Lacroix, Karl Lagerfeld, John Galliano, Yves Saint-Laurent, Chanel e Versace. Foi uma das 20 modelos mais bem pagas da década de 90, chegando a faturar US$ 7,5 milhões por ano.
Além da beleza, Carla Bruni chamava a atenção por sua agitada vida amorosa: ela teve relacionamentos com Eric Clapton, Mick Jagger (a ex-mulher de Jagger,
Jerry Hall, afirma que o caso com Bruni foi a razão para a separação do casal), o ator Vincent Perez (de "A rainha Margot") e o ex-primeiro ministro da França, Laurent Fabius.
Em 1997, ela abandonou a moda para se dedicar à música. A princípio, compôs sete letras para canções do disco "Si, j'etais elle" (2000), de Julien Clerc. Somente em 2002 Carla Bruni gravou seu disco de estreia, "Quelqu'un m'a dit" ("Alguém me contou"), produzido pelo ex-namorado Louis Bertignac. Canções do disco foram incluídas nas trilhas sonoras dos filmes "À francesa" (2003), com Kate Hudson, Glenn Close e Nicole Kidman, e "Nosso amor do passado" (2005), com Catherine Zeta-Jones.
Seu segundo disco, "No Promises", foi lançado em 2007, contendo poemas musicados de autores como William Yeats, Emily Dickinson, W. H. Auden e Dorothy Parker.
Carla Bruni teve um filho, Aurélien, em 2001, com o professor de filosofia Raphaël Enthoven (a canção "Raphaël", do disco de estreia de Bruni, é uma homenagem a ele). O caso dos dois é controverso: eles teriam começado a namorar quando Bruni tinha um relacionamento com o pai dele, Jean-Paul Enthoven. Mais tarde, ela negou que tivesse um caso com Jean-Paul. Raphaël, por sua vez, era casado na época com Justine Lévy, filha do filósofo Bernard-Henri Lévy. O caso e o fim do casamento dos dois inspiraram o livro "Rien de grave" (2005), ou "Nada de grave", em que Bruni é retratada como "Paula", modelo que teve a aparência melhorada por cirurgias plásticas e rouba o marido da protagonista. Bruni e Raphaël se separaram em 2007.
Em novembro do mesmo ano, ela conheceu o presidente da França, Nicolas Sarkozy, recém-divorciado, durante um jantar. Após um breve romance, eles se casaram no dia 2 de fevereiro de 2008 no Palácio do Eliseu, sede do governo francês, em Paris. O casamento foi o terceiro de Sarkozy e o primeiro de Bruni, que obteve a cidadania francesa e abandonou a italiana no ano seguinte. A união teve grande repercussão, e o primeiro casal ganhou o apelido de "Carlozy", uma fusão dos nomes dos dois. Mesmo após o casamento, sua carreira musical não acabou. Em 2008, ela lançou outro disco "Comme si de rien n'etait" ("Como se nada tivesse acontecido").
Embora seja legalmente filha da pianista Marisa Borini e do industrial e compositor clássico Alberto Bruni Tedeschi, Carla Bruni revelou em 2008 que seu pai biológico é, na verdade, o empresário italiano Maurizio Remmert, radicado há 32 anos no Brasil. Remmert tinha 19 anos e a mãe de Carla, 32 quando se conheceram no ambiente musical de Turim. Como Marisa já era casada com Tedeschi e ambos tinham um filho, o fato foi mantido em segredo até a mãe lhe contar, quando Carla já era adulta.
Ela estudou na Suíça e em Paris, onde cursou arte e arquitetura, mas abandonou os estudos aos 19 anos para seguir a carreira de modelo. Bruni desfilou e estrelou campanhas publicitárias de grifes e estilistas como GUESS?, Dior, Givenchy, Paco Rabane, Christian Lacroix, Karl Lagerfeld, John Galliano, Yves Saint-Laurent, Chanel e Versace. Foi uma das 20 modelos mais bem pagas da década de 90, chegando a faturar US$ 7,5 milhões por ano.
Além da beleza, Carla Bruni chamava a atenção por sua agitada vida amorosa: ela teve relacionamentos com Eric Clapton, Mick Jagger (a ex-mulher de Jagger,
Jerry Hall, afirma que o caso com Bruni foi a razão para a separação do casal), o ator Vincent Perez (de "A rainha Margot") e o ex-primeiro ministro da França, Laurent Fabius.
Em 1997, ela abandonou a moda para se dedicar à música. A princípio, compôs sete letras para canções do disco "Si, j'etais elle" (2000), de Julien Clerc. Somente em 2002 Carla Bruni gravou seu disco de estreia, "Quelqu'un m'a dit" ("Alguém me contou"), produzido pelo ex-namorado Louis Bertignac. Canções do disco foram incluídas nas trilhas sonoras dos filmes "À francesa" (2003), com Kate Hudson, Glenn Close e Nicole Kidman, e "Nosso amor do passado" (2005), com Catherine Zeta-Jones.
Seu segundo disco, "No Promises", foi lançado em 2007, contendo poemas musicados de autores como William Yeats, Emily Dickinson, W. H. Auden e Dorothy Parker.
Carla Bruni teve um filho, Aurélien, em 2001, com o professor de filosofia Raphaël Enthoven (a canção "Raphaël", do disco de estreia de Bruni, é uma homenagem a ele). O caso dos dois é controverso: eles teriam começado a namorar quando Bruni tinha um relacionamento com o pai dele, Jean-Paul Enthoven. Mais tarde, ela negou que tivesse um caso com Jean-Paul. Raphaël, por sua vez, era casado na época com Justine Lévy, filha do filósofo Bernard-Henri Lévy. O caso e o fim do casamento dos dois inspiraram o livro "Rien de grave" (2005), ou "Nada de grave", em que Bruni é retratada como "Paula", modelo que teve a aparência melhorada por cirurgias plásticas e rouba o marido da protagonista. Bruni e Raphaël se separaram em 2007.
Em novembro do mesmo ano, ela conheceu o presidente da França, Nicolas Sarkozy, recém-divorciado, durante um jantar. Após um breve romance, eles se casaram no dia 2 de fevereiro de 2008 no Palácio do Eliseu, sede do governo francês, em Paris. O casamento foi o terceiro de Sarkozy e o primeiro de Bruni, que obteve a cidadania francesa e abandonou a italiana no ano seguinte. A união teve grande repercussão, e o primeiro casal ganhou o apelido de "Carlozy", uma fusão dos nomes dos dois. Mesmo após o casamento, sua carreira musical não acabou. Em 2008, ela lançou outro disco "Comme si de rien n'etait" ("Como se nada tivesse acontecido").
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