Marília Pêra
Nome: Marília Marzullo Pêra
Data de nascimento: 22 de janeiro de 1943
Signo: Aquário
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O que faz: Atriz
Fatos curiosos:
1. Em 1964, Marília Pêra derrotou Elis Regina em um teste para o musical “Como vencer na vida sem fazer força”. Logo depois, em 1975, gravou o LP "Feiticeira", lançado pela Som Livre.
2. Marília é a atriz que mais atuou sozinha nos palcos, conseguindo agradar ao público na difícil arte do monólogo. Além de Carmen Miranda, desempenhou nas telas e no palco papéis de mulheres célebres, como Maria Callas, Dalva de Oliveira, Coco Chanel e a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.
3. Casou-se pela primeira vez aos 17 anos, com o primeiro homem a beijá-la, o músico Paulo da Graça Mello, morto num acidente de carro em 1969. Aos 18, foi mãe de Ricardo Graça Mello. Mais tarde, foi casada com o ator Paulo Villaça e com Nelson Motta, com quem teve as filhas Esperança e Nina.
4. Nos anos 60, Marília Pêra chegou a ser presa durante a apresentação da peça "Roda viva" (1968), de Chico Buarque, e obrigada a correr nua por um corredor polonês. Tida como comunista, foi presa uma segunda vez, quando policiais invadiram sua residência, assustando a todos, inclusive seu filho de sete anos, que dormia.
5. Ao lado da cantora Simone e de Claudia Raia, tornou público o apoio ao candidato Fernando Collor de Mello nas eleições de 1989.
1. Em 1964, Marília Pêra derrotou Elis Regina em um teste para o musical “Como vencer na vida sem fazer força”. Logo depois, em 1975, gravou o LP "Feiticeira", lançado pela Som Livre.
2. Marília é a atriz que mais atuou sozinha nos palcos, conseguindo agradar ao público na difícil arte do monólogo. Além de Carmen Miranda, desempenhou nas telas e no palco papéis de mulheres célebres, como Maria Callas, Dalva de Oliveira, Coco Chanel e a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.
3. Casou-se pela primeira vez aos 17 anos, com o primeiro homem a beijá-la, o músico Paulo da Graça Mello, morto num acidente de carro em 1969. Aos 18, foi mãe de Ricardo Graça Mello. Mais tarde, foi casada com o ator Paulo Villaça e com Nelson Motta, com quem teve as filhas Esperança e Nina.
4. Nos anos 60, Marília Pêra chegou a ser presa durante a apresentação da peça "Roda viva" (1968), de Chico Buarque, e obrigada a correr nua por um corredor polonês. Tida como comunista, foi presa uma segunda vez, quando policiais invadiram sua residência, assustando a todos, inclusive seu filho de sete anos, que dormia.
5. Ao lado da cantora Simone e de Claudia Raia, tornou público o apoio ao candidato Fernando Collor de Mello nas eleições de 1989.
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Biografia
Marília Pêra é conhecida por sua versatilidade, pois, além de ser atriz, canta, dança e atua também como coreógrafa, produtora e diretora de peças e espetáculos musicais.
Filha dos atores Manuel Pêra e Dinorah Marzullo, Marília pisou no palco de um teatro pela primeira vez aos 3 anos, ao lado de seus pais, que integravam o elenco da companhia de Henriette Morineau. Dos 14 aos 21 anos, atuou como bailarina e participou de musicais, entre eles "Minha querida Lady" (1962), protagonizado por Bibi Ferreira, e "O teu cabelo não nega" (1963), biografia de Lamartine Babo, no papel de Carmen Miranda.
Voltaria a viver o papel da cantora no espetáculo "A pequena notável" (1972), dirigido por Ary Fontoura; no "A Tribute to Carmen Miranda", no Lincoln Center, em Nova York (1995), dirigido por Nelson Motta; e no musical "Marília Pêra canta Carmen Miranda" (2005), dirigido por Maurício Sherman.
Sua primeira aparição na televisão foi em "Rosinha do sobrado", na Rede Globo, em 1965 e, em seguida, em "A moreninha". Em 1967, fez sua primeira apresentação em um espetáculo musical, "A úlcera de ouro", de Hélio Bloch.
Em "Fala baixo senão eu grito", de 1969, um drama de Leilah Assumpção, interpretou a complexa personagem Mariazinha, além de estrear como produtora. Por sua atuação, ganhou os prêmios da Associação Paulista de Críticos Teatrais (Troféu APCT), Governador do Estado e Molière.
Filha dos atores Manuel Pêra e Dinorah Marzullo, Marília pisou no palco de um teatro pela primeira vez aos 3 anos, ao lado de seus pais, que integravam o elenco da companhia de Henriette Morineau. Dos 14 aos 21 anos, atuou como bailarina e participou de musicais, entre eles "Minha querida Lady" (1962), protagonizado por Bibi Ferreira, e "O teu cabelo não nega" (1963), biografia de Lamartine Babo, no papel de Carmen Miranda.
Voltaria a viver o papel da cantora no espetáculo "A pequena notável" (1972), dirigido por Ary Fontoura; no "A Tribute to Carmen Miranda", no Lincoln Center, em Nova York (1995), dirigido por Nelson Motta; e no musical "Marília Pêra canta Carmen Miranda" (2005), dirigido por Maurício Sherman.
Sua primeira aparição na televisão foi em "Rosinha do sobrado", na Rede Globo, em 1965 e, em seguida, em "A moreninha". Em 1967, fez sua primeira apresentação em um espetáculo musical, "A úlcera de ouro", de Hélio Bloch.
Em "Fala baixo senão eu grito", de 1969, um drama de Leilah Assumpção, interpretou a complexa personagem Mariazinha, além de estrear como produtora. Por sua atuação, ganhou os prêmios da Associação Paulista de Críticos Teatrais (Troféu APCT), Governador do Estado e Molière.
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