Assessora rebate críticas de que Marcelo Dourado seria homofóbico
Terça, 23/02/2010 - 17:07h
Divulgação/TV GloboMarcelo Dourado
A assessora de imprensa de Marcelo Dourado rebateu as críticas de que o lutador seria homofóbico e estaria discriminando Angélica, Dicesar e Sérgio no BBB. Aline Antonoff diz estar assustada com a maneira como os comentários do brother estão sendo distorcidos em favor de "torcidas fanáticas para justificarem o modo de agir de seus participantes". Os comentários sobre Dourado chegaram à mídia internacional.
Ela critica os meios de comunicação que, de acordo com sua interpretação, estão publicando textos distorcidos para influenciar a opinião do público contra Dourado. "Sei que a inveja das torcidas dos demais adversários sobre o carisma e o caráter do Dourado é enorme, porém a 'Torcida Dourada' é grande e o público é soberano! Desta forma, eu na qualidade de assessora do Dourado sinto-me no direito de uma defesa, uma vez que as acusações foram pesadas e distorcidas".
Aline afirma também que a edição do programa exibido nesta segunda-feira, 22, teve repercussão distorcida, uma vez que o lutador nunca ameaçou bater em Angélica. De acordo com ela, a fala de Dourado foi a seguinte: "ELA foi deselegante.. ELA foi covarde, por que ela é mulher. Primeiro, porque ELA sabe que EU NÃO BATO EM MULHER! (...) Mas a maneira que ela foi batendo no peito, e apotando pra minha cara, era pra eu ter quebrado o dedo dela, e dado um monte porrada, deixado ela desmaida no hospital.. Se homem que faz isso... homem não fala isso... não fala! Homem não faz assim... não faz isso de bater o dedo e apontar o dedo na tua cara porque sabe que tem volta."
Ainda segundo análise da assessora, Dourado não bateria em mulheres, e não reagiria fisicamente nem se fosse um homem a provocá-lo, caso contrário sairia do programa. A atitude de Angélica "justificaria no universo masculino" uma briga, por isso ele a chamou de covarde. "Não foi um discurso bonito e nem inspirador, mas também não houve ameaça, sejamos justos e coerentes", diz.
Usando definição do dicionário Michaelis, Aline define "ameaça" como "promessa de castigo ou malefícios, advertência de futura pena" e pede atenção para a imparcialidade em textos da mídia. "Não é por Dourado que proponho sanidade de imparcialidade! É pela qualidade dos textos e declarações que estão sendo divulgadas na Internet", diz, acrescentando que repudia "enaltecimentos ou demonizações, oriundas de re-leituras capciosas que tendem a induzir ao erro ou enganar! Mesmo que favoreçam o Dourado. Priorizo o jogo limpo é o fundamental".
Acompanhe tudo o que rola no BBB pelo especial TC e não deixe de ver o que Francine Piaia anda dizendo sobre o jogo
Ela critica os meios de comunicação que, de acordo com sua interpretação, estão publicando textos distorcidos para influenciar a opinião do público contra Dourado. "Sei que a inveja das torcidas dos demais adversários sobre o carisma e o caráter do Dourado é enorme, porém a 'Torcida Dourada' é grande e o público é soberano! Desta forma, eu na qualidade de assessora do Dourado sinto-me no direito de uma defesa, uma vez que as acusações foram pesadas e distorcidas".
Aline afirma também que a edição do programa exibido nesta segunda-feira, 22, teve repercussão distorcida, uma vez que o lutador nunca ameaçou bater em Angélica. De acordo com ela, a fala de Dourado foi a seguinte: "ELA foi deselegante.. ELA foi covarde, por que ela é mulher. Primeiro, porque ELA sabe que EU NÃO BATO EM MULHER! (...) Mas a maneira que ela foi batendo no peito, e apotando pra minha cara, era pra eu ter quebrado o dedo dela, e dado um monte porrada, deixado ela desmaida no hospital.. Se homem que faz isso... homem não fala isso... não fala! Homem não faz assim... não faz isso de bater o dedo e apontar o dedo na tua cara porque sabe que tem volta."
Ainda segundo análise da assessora, Dourado não bateria em mulheres, e não reagiria fisicamente nem se fosse um homem a provocá-lo, caso contrário sairia do programa. A atitude de Angélica "justificaria no universo masculino" uma briga, por isso ele a chamou de covarde. "Não foi um discurso bonito e nem inspirador, mas também não houve ameaça, sejamos justos e coerentes", diz.
Usando definição do dicionário Michaelis, Aline define "ameaça" como "promessa de castigo ou malefícios, advertência de futura pena" e pede atenção para a imparcialidade em textos da mídia. "Não é por Dourado que proponho sanidade de imparcialidade! É pela qualidade dos textos e declarações que estão sendo divulgadas na Internet", diz, acrescentando que repudia "enaltecimentos ou demonizações, oriundas de re-leituras capciosas que tendem a induzir ao erro ou enganar! Mesmo que favoreçam o Dourado. Priorizo o jogo limpo é o fundamental".
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